Novembro de 2016

Sofrência
O sistema de votação confirmou mais uma vez sua eficiência. Fizeram significativas mudanças e a intenção parecia boa: um novo modelo de campanha para coibir gastos abusivos, o caixa 2 e o toma lá da cá das empreiteiras. Mas na prática o que se viu foi o domínio dos políticos profissionais que, com a máquina nas mãos, não deram espaço para uma renovação significativa. O tiro parece ter saído pela culatra.

O resultado das urnas refletiu a indignação com as opções disponíveis. Muitos partidos, pouca representatividade. O terreno continua fértil para a corrupção. Que fique uma lição a mais para 2018.

Ê cachaça! Ê sofrência!